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Navegar ao Sul

Em 83 todos éra­mos jovens e boni­tos, nin­guém enve­lhe­cia ou mor­ria, e con­ti­nuá­va­mos ainda a expe­ri­men­tar a liber­da­de ofe­re­ci­da em 74. Foi por essa altu­ra que ​„Gló­ria” sur­giu, fican­do eu sem saber o que pen­sar daqui­lo, se esta­va a assis­tir ao nas­ci­men­to de uns meros suce­dâ­ne­os dos Heróis do Mar, enchar­ca­dos de roman­tis­mo naci­o­na­lis­ta baco­co, ou se era real­men­te algo novo… LER »

bLógica: Retalhos da Vida Anónima

Foto dis­po­ní­vel em Pixa​bay​.com Esta série de posts no Pan­das e Demó­ni­os é um blog em si e é o que este semi​o​se​.net deve­ria ser. O que Bjorn Pal faz por lá é, na ver­da­de, o géne­ro de coisa que mais me apraz fazer e para a qual tenho mais jeito. Mas as coi­sas são o que são, e aque­le vaipe anda muito fugi­dio. Gra­ças… LER »

Psicodiscografia: A Private Understanding

Pode­mos socor­­rer-nos das já mui­tas entre­vis­tas a Joe Casey, ou pas­sar pelo Genius e con­fi­ar nos con­tri­bu­tos que por lá são escri­tos, na ten­ta­ti­va de desen­crip­tar a letra de ​“A Pri­va­te Unders­tan­ding” dos Pro­to­martyr, e ainda assim ficar­mos com algu­mas dúvi­das. ​“That’s how I bar my door”, diz-nos o autor, após escla­re­cer que tudo o que se pas­sa­rá além dessa porta dei­xou… LER »

Poemário: André Tecedeiro

Gente como eu, des­li­zan­do para as zonas cinza para esca­par à dita­du­ra dos opos­tos. Por­que nunca o preto e bran­co cap­tam bem o vago de se ser. – Poema de André Tece­dei­ro para a Flan­zi­ne

Psicodiscografia: The Future Now

Here we are, sta­tic in the lat­ter half \ Of the twen­ti­eth cen­tury \ But it might as well be the Mid­dle Ages \ There’ll have to be some chan­ges \ But how they’ll come about foxes me I want the futu­re now \ I want to hold it in my hands; \ All men equal and… LER »