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a vida na óptica do utilizador

A mi­nha for­ma­ção eco­nó­mica não vai muito além do apren­dido em bal­cões de mer­ce­a­ria e de pe­ças de au­to­mó­veis, há mui­tos anos. Daí para cá, mesmo com umas au­las de ges­tão e a vida pro­fis­si­o­nal a levarem-​me a ou­tras abor­da­gens ao tema, ve­ri­fico que nada mu­dou no prin­cí­pio da coisa: sem di­nheiro não há pa­lhaço. Po­de­mos dar as vol­tas que der­mos mas a vida vive-​se em va­sos co­mu­ni­can­tes, ti­rar aqui para rou­bar mais acolá é coisa que não re­sulta, es­pe­ci­al­mente quando não en­trou mais li­qui­dez no vaso as­sal­tado . Ao Laf­fer, conheci-​o muito de­pois disso, quando já não va­lia a pena fa­lar dele.

— Aceda a “Só me­tade das fa­mí­lias tem ren­di­men­tos para pa­gar IRS - Eco­no­mia - DN” em http://bit.ly/11a53PH

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Exul­tei como só al­guém re­li­gi­o­sa­mente ateu po­de­ria exul­tar: o Papa Xico dava-​me o Pa­raíso e, no fim, es­ta­ría­mos por lá to­dos jun­tos até à eter­ni­dade e por ela fora. O tempo ces­sa­ria em fe­li­ci­dade e to­dos se­ría­mos aben­ço­a­dos no per­dão di­vino: cren­tes ca­tó­li­cos ou não, e ateus.
Mas… o Papa Chico está para a Igreja Ca­tó­lica como o Pas­sos Co­e­lho para Por­tu­gal. Di­zer disse, mas não era bem isso o que que­ria di­zer. E como o pri­mei­rís­simo luso, o pri­mei­rís­simo ro­mano ar­ranja quem lhe tra­duza as in­ten­ções.
Coube a Tho­mas Ro­sica fazê-​lo e libertar-​nos da es­pe­rança. Ateus deste mundo, não vos pre­o­cu­peis com o ou­tro: está-​vos ve­dado. Gra­ças a deus.

— Aceda a “Ex­pla­na­tory Note on the Me­a­ning of ‘Sal­va­tion’ in Fran­cis’ Daily Ho­mily of May 22” em http://bit.ly/15i7YG1

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A con­fu­são en­tre o cu e as cal­ças: ou Hen­ri­que Ra­poso se pas­sou de vez, ou tem an­dado a con­ver­sar com Ma­ri­nho e Pinto.
Pas­sar da dú­vida - le­gí­tima - quanto a uma to­mada de de­ci­são se­me­lhante à de An­ge­lina Jo­lie para a re­fle­xão so­bre os pe­ri­gos eu­gé­ni­cos na uti­li­za­ção de tes­tes ge­né­ti­cos é, à falta de me­lhor de­fi­ni­ção, um ca­mi­nho tor­tu­oso. E que de fi­lo­só­fico pouco ou nada tem. A ler, caso haja tempo de so­bra, no Expresso.

— Aceda a “As ma­mi­nhas de An­ge­lina Jo­lie são fi­lo­só­fi­cas” em http://bit.ly/13i0jGC

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Ma­ri­nho e Pinto ex­plica: A Na­tu­reza é o mais belo que existe, e evo­lui. Foi Darwin quem o disse, e mui­tos o têm apro­vei­tado, nem sem­pre da me­lhor forma. É essa Na­tu­reza evo­lu­tiva que, ca­mi­nhando para a com­ple­xi­dade, deve a todo o custo ser de­fen­dida.
Os se­res na­tu­rais, como nós, lu­tam di­a­ri­a­mente pela pre­ser­va­ção da es­pé­cie, reproduzindo-​se. Na lân­guida ima­gem da mu­lher de­pois do coito ima­gi­na­mos os es­per­ma­to­zói­des fe­ro­zes na com­pe­ti­ção pelo Sa­grado Mo­mento da fe­cun­da­ção, que re­sul­tará em na­tu­ral ser, na­tu­ral­mente concebido.

É esse o mo­mento em que o jus­na­tu­ra­lismo dá lu­gar ao po­si­ti­vismo le­gal e o feto se trans­forma em ser hu­mano, com di­rei­tos e de­ve­res so­ci­ais.
Desta forma, é o Di­reito que se so­bre­põe à Na­tu­reza, con­sa­grando quem deve ou não ser hu­mano, ob­ser­va­das as con­di­ções da cam­ba­lhota e do parto.
E, se­gundo o Bas­to­ná­rio, ho­mem será o que, para além de ser con­ce­bido pelo pai es­per­ma­to­zóide e a mãe óvula, seja pri­mei­ra­mente lam­bido ou bei­jado, e de­pois cui­dado por dois apo­teó­ti­cos gâ­me­tas até à idade adulta. Por­que os afec­tos têm gé­nero, coisa que, se Darwin não prova, pro­vará de­certo o Có­digo Civil.

Pena as ci­ta­ções. Os ori­gi­nais (Darwin, Re­e­ves) não têm culpa de nada disto, de se­rem ci­ta­dos por um Thou­reau de pa­co­ti­lha.
Um ar­tigo que, mais do que co­mo­ver, pro­voca pena em quem o lê logo pela ma­nhã, pos­si­vel­mente sóbrio.

— Aceda a “O mo­mento mais belo da vida - JN” em http://bit.ly/1ay09Nv

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No país real em que vivo é per­fei­ta­mente nor­mal as­sis­tir a uma dis­cus­são como a que nos ofe­rece o Prós e Con­tras acerca da co-​adopção - e de tan­tos ou­tros te­mas, en­fim. Qual­quer tasca ou cer­ve­ja­ria tem como cli­en­tes ha­bi­tu­ais há­li­tos se­me­lhan­tes aos de on­tem.
Aconselha-​se mo­de­ra­ção no vi­si­o­na­mento de pro­gra­mas des­tes. O es­forço de ni­ve­la­mento in­te­lec­tual é árduo e só lá vai com uns co­pos. Leis da Na­tu­reza, ca­chim­bos, o alas­tra­mento gay e es­per­ma­to­zói­des pais são coi­sas que nos en­tram me­nin­ges aden­tro e que, sem o adi­tivo au­xi­liar, po­dem transformar-​se em sé­ria ma­leita pela vida fora. Po­de­mos, por exem­plo, co­me­çar a fi­car como o Bas­to­ná­rio dos ad­vo­ga­dos.
Há mais, mas não muito nem me­lhor, no semiose.net.

— Aceda a “Prós e Con­tras: his­tó­rias do país real - semiose.net” em http://bit.ly/1awweVV

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Sá­bado é dia de Louie Louie Porto, à pro­cura de mais al­gu­mas re­e­di­ções ba­ra­tu­chas da mi­nha ado­les­cên­cia em CD: Wall of Vo­o­doo, The Re­pla­ce­ments, Oingo Boingo, XTC, The Cramps, Pere Ubu, Kil­ling Joke, The­a­tre of Hate, Ska­fish… Se os con­se­guir como aos últi­mos, a 7,5, trago o que hou­ver. An­tes que acabe o di­nheiro. A pro­pó­sito, a Louie Louie fica mesmo ali, onde vai ha­ver uma ma­ni­fes­ta­ção Po­vos Uni­dos Con­tra A Troika. Não que isso in­te­resse, claro.

— Aceda a “Po­vos Uni­dos Con­tra a Troika” em http://on.fb.me/13WN9Rp

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Este Con­se­lho de Es­tado foi mais um tre­mendo erro po­lí­tico de Ca­vaco Silva: mos­trou que o con­senso em re­dor das po­lí­ti­cas do Go­verno é im­pos­sí­vel e mos­trou que o Pre­si­dente é in­ca­paz de ser um mo­de­ra­dor, um agre­ga­dor de von­ta­des, um ver­da­deiro ga­rante do re­gu­lar fun­ci­o­na­mento das ins­ti­tui­ções, ou seja, é uma inu­ti­li­dade ins­ti­tu­ci­o­nal.”
— Pe­dro Mar­ques Lo­pes, no DN.

— Aceda a “Um Con­se­lho de Es­tado re­ve­la­dor - Opi­nião - DN” em http://bit.ly/18sE1VG

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Uma vi­tó­ria do Ben­fica sig­ni­fi­ca­ria a que­bra de toda uma co­e­rên­cia tão ar­du­a­mente con­quis­tada du­rante esta época. Para o ano há mais.”

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Al­guns pre­fe­rem. Fa­zem con­tas à des­pesa da des­lo­ca­ção para o lo­cal de tra­ba­lho, aos cus­tos com ali­men­ta­ção, cre­che para fi­lhos, etc., e des­co­brem que ga­nham mais di­nheiro na mi­sé­ria do que com o tra­ba­lho pago a preço de escravo.

Ou­tros fa­zem con­tas ao que apren­de­ram e exer­ci­ta­ram du­rante dé­ca­das e re­sol­vem que não irão dei­tar tudo a per­der, vendendo-​se num bal­cão ou numa obra, lo­cais por onde pas­sa­ram no iní­cio de ac­ti­vi­dade mas que agora não pa­re­cem fa­zer sen­tido na sua vida. E aguar­dam quem queira aproveitá-​los.

Ou­tros ainda, nem se­quer fa­zem ideia de se­rem pos­si­vel­mente ne­ces­sá­rios seja em que tra­ba­lho for. An­dam por aí há anos, sem mão que os am­pare ou que os em­purre. São ig­no­ra­dos, por ve­zes os­ten­si­va­mente, ou nem isso. Na mai­o­ria das ve­zes nin­guém faz a mí­nima ideia da sua exis­tên­cia. De­sis­ti­ram, simplesmente.

O mundo está cheio de pa­lha­ços clás­si­cos do circo: uns são po­bres, ou­tros são ri­cos. Uns so­frem a pan­to­mina, ou­tros inventam-​na e dão-​lhe fundamento.

— Aceda a “Ri­cardo Sal­gado: “Por­tu­gue­ses pre­fe­rem o sub­sí­dio de de­sem­prego”” em http://bit.ly/12EdaCh

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Fa­ce­book, Twit­ter, Ins­ta­gram, Tum­blr, iMes­sage, SMS; cen­te­nas de se­gui­do­res, ami­gos, con­tac­tos; mi­lha­res de fo­tos, tex­tos, ví­deos; mi­lha­res de li­kes, sha­res… a qual­quer hora, em qual­quer lu­gar, a par­tir de um apa­re­lho do ta­ma­nho da palma da mão ou de um com­pu­ta­dor. E no fim do dia, a sen­sa­ção de que tudo po­de­ria ter cor­rido me­lhor, que po­de­ria ter sido mais popular.

O tempo pre­sente é ímpar no que à co­nec­ti­vi­dade con­cerne. In­te­ra­gi­mos a todo o mo­mento a uma es­cala glo­bal. E as per­gun­tas sur­gem: no­meio de tudo isto, di­ze­mos o quê, so­mos o quê?
Para ler, acerca do iPhone de uma adolescente.

— Aceda a “What Re­ally Hap­pens On A Teen Girl’s iPhone” em http://huff.to/18fUgru

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De ino­cên­cias anda o mundo cheio, e de in­ten­ções encheu-​se o in­ferno. Ta­va­res ca­pi­tula e diz ter-​se ex­ce­dido por ter ido atrás da per­gunta. Sim, como um po­lí­tico em falta frente a um jor­na­lista ex­pe­ri­men­tado. O jor­nal, por sua vez, es­co­lheu pre­ci­sa­mente o soundbyte que se trans­for­mou em mote para o es­car­ra­pa­char na capa.
Neste ar­tigo, Es­trela Ser­rano per­gunta se o jor­nal não será cúm­plice do ex­cesso. Sim, o edi­tor pode es­co­lher o que es­car­ra­pa­cha. Se o jor­nal não terá so­frido um ar­re­medo de ico­no­clas­tia, se o jor­nal achou que a frase me­re­cia des­ta­que.
Eu su­porto a última hi­pó­tese: a frase me­re­cia des­ta­que. Foi, em si, um dos pro­du­tos mais ven­dá­veis dos últi­mos dias.
Creio que a ver­da­deira per­gunta se­ria: Va­leu a pena?
Para ler, no link abaixo.

— Aceda a “Mi­guel foi atrás da per­gunta” em http://bit.ly/16VVSqa

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Existe al­guma con­fu­são na apli­ca­ção do epí­teto. Nem qual­quer um é pa­lhaço, nem qual­quer um con­se­gue exer­cer a no­bre arte de fa­zer rir e cho­rar com a pan­to­mina - esta trata-​se de uma ac­ção cons­ci­ente e in­ten­ci­o­nal, não sendo uma ac­ção na­tu­ral. Se sou­ber­mos o maior nú­mero pos­sí­vel de pa­la­vras e o seu sig­ni­fi­cado, me­lhor di­re­mos exac­ta­mente o que que­re­mos di­zer. E não nos me­te­mos em alha­das, nem com a Pre­si­dên­cia, nem com o Sin­di­cato dos Pa­lha­ços. Este é um ar­tigo do semiose.net, apro­vado por Le­on­ca­vallo. Ridi, Pagliaccio.

— Aceda a “Do ser Pa­lhaço - semiose.net” em http://bit.ly/13R7bNh

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O Blaise Pas­cal ex­pli­cou que só te­mos a ga­nhar com a crença em deus. O Papa Chico disse que os ateus tam­bém vão para o céu. O Da­vid M. Perry diz que tal­vez não seja bem isso o que ele disse. Não sei em que fi­ca­mos, mas tam­bém não me in­te­ressa muito.
Fica como curiosidade.

— Aceda a “No, the Pope Didn’t Just Say All Atheists Go to He­a­ven” em http://bit.ly/10XyXXe

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«Já não te­mos idade para brin­car ao ge­ne­rais. O pior que nos pode acon­te­cer é um Beppe Grillo, um Si­dó­nio Pais. Mas não por via mi­li­tar. Nós já te­mos um pa­lhaço. Chama-​se Ca­vaco Silva. Muito pior do que isso, é di­fí­cil.», diz Mi­guel Sousa Ta­va­res.
A Jo­ana Lo­pes ex­plica que esta é ape­nas uma frase en­tre tantas.

— Aceda a “Mi­guel Sousa Ta­va­res, para além do sound bite do dia” em http://bit.ly/14Z9lJI

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Te­nho an­dado a di­zer que a via de luta de­mo­crá­tica deve, nes­tes tem­pos de de­fi­ci­ente re­pre­sen­ta­ti­vi­dade e de sus­pen­são da de­mo­cra­cia, centrar-​se em três ei­xos fun­da­men­tais, re­pre­sen­ta­ti­vos das “ba­ses”: au­tar­quias, sin­di­ca­tos (in­cluindo de­sem­pre­ga­dos), e as­so­ci­a­ções de es­tu­dan­tes.
Digo-​o por­que é por aí que se pri­vi­le­gia o con­tacto com o país real, longe dos com­pro­mis­sos par­ti­dá­rios - sim, ide­a­lista é o que sou -, pos­si­bi­li­tando uma con­ver­gên­cia que ul­tra­passe a ide­o­lo­gia. Afi­nal de con­tas, Povo é Povo.
Mas, en­fim, as coi­sas nem sem­pre cor­rem de fei­ção. Não che­gando a par­ti­da­ri­za­ção im­plí­cita des­tas ins­ti­tui­ções, nem den­tro de­las existe con­senso. Avoila é nome de pre­sun­ção e água benta, am­bas em gran­des quan­ti­da­des.
O Da­niel Oli­veira es­creve acerca do assunto.

— Aceda a “Avoila quer a taça” em http://bit.ly/170TMpD

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Até po­derá ser um li­vro in­te­res­sante, este abor­dado no The Guar­dian. Mas nós sa­be­mos que os in­sul­tos em in­glês, ape­sar da mas­si­fi­ca­ção de al­guns dos ter­mos, não são lá grande coisa. Ainda as­sim, é ler o ar­tigo de Sam Leith, acerca do li­vro “Holy Sh*t: A Brief His­tory of Swe­a­ring”, de Me­lissa Mohr, onde se aborda o in­sulto desde os tem­pos bí­bli­cos, pas­sando por Roma e pela Idade Mé­dia. “Pu­tas não, se­nhor Ins­pec­tor. Me­re­tri­zes!”, di­zia a Lina Des­pa­chada. En­fim, fez-​me lembrar.

— Aceda a “Holy Sh*t: A Brief His­tory of Swe­a­ring by Me­lissa Mohr – re­view” em http://bit.ly/187HRpH

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App En­gine 1.8.0 is now avai­la­ble and in­clu­des a Li­mi­ted Pre­view of the PHP run­time - your top re­ques­ted fe­a­ture. We’re brin­ging one of the most po­pu­lar web pro­gram­ming lan­gua­ges to App En­gine so that you can run open source apps like Word­Press. It also of­fers deep in­te­gra­tion with other parts of Cloud Plat­form in­clu­ding Go­o­gle Cloud SQL and Cloud Sto­rage.”, diz Urs Hölzle da Go­o­gle.
Que isto di­zer que a Pla­ta­forma Cloud do Go­o­gle po­derá alo­jar web­si­tes em PHP na sua Go­o­gle App En­gine, e gra­tui­ta­mente até um certo ponto. A par­tir daí, é pa­gar para ver.
Uma boa ex­pli­ca­ção acerca de tudo isso e com links para tudo o que in­te­ressa é a que nos ofe­rece Ra­e­lene Wil­son. A ler, não só pe­los blog­gers - que apa­ren­te­mente po­de­rão ob­ter alo­ja­mento gra­tuito -, mas tam­bém pe­los for­ne­ce­do­res de alo­ja­mento que po­de­rão ter de ga­nhar juízo de uma vez por todas.

— Aceda a “Go­o­gle Wants Your Word­Press Site” em http://bit.ly/12QFJOl

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“To write a dream, which shall re­sem­ble the real course of a dream, with all its in­con­sis­tency, its ec­cen­tri­ci­ties and aimlessness—with ne­verthe­less a le­a­ding idea run­ning th­rough the whole. Up to this old age of the world, no such thing has ever been writ­ten.” - Natha­niel Hawthorne”

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Es­tou de acordo com a Ana Cris­tina Le­o­nardo: al­guém de­ve­ria lembrar-​se que o Pa­dre Max e a Ma­ria de Lur­des fo­ram as­sas­si­na­dos pelo MDLP, mo­vi­mento tão que­rido ao Có­nego Melo que vai ter di­reito a es­tá­tua, e ir lá es­ca­quei­rar aquilo tudo. É ler.

— Aceda a “Esta gente é um nojo!” em http://bit.ly/18m5gRJ

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— Como se sente, de­pois da ope­ra­ção, quando não tem aquela parte do corpo que, não di­rei que seja tudo, mas é quase tudo na vida de uma mu­lher?
— Por mim não se co­loca essa ques­tão, eu não me de­fino atra­vés das mi­nhas mamas.

Po­dia ser pi­ada, mas não é. Passou-​se numa en­tre­vista e a per­gunta é de Ju­dite de Sousa. A Ma­ria João Pi­res es­tava atenta e passou-​nos a in­for­ma­ção. Há mais para ler.

— Aceda a “Bo­qui­a­berta” em http://bit.ly/14Wtr7q

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Mer­lin Chowkwanyun dá conta das re­ac­ções de re­pú­dio à dis­ser­ta­ção de dou­to­ra­mento de Ja­son Ri­chwine que, em Har­vard, de­fen­deu a exis­tên­cia de di­fe­ren­ças de QI en­tre “His­pâ­ni­cos” e “Não-​Hispânicos” e que es­tas têm raiz ge­né­tica. A tese vem a es­pe­lhar ou­tras que tri­lham o mesmo ca­mi­nho eu­gé­nico, e as re­ac­ções não se fi­ze­ram es­pe­rar. A co­mu­ni­dade aca­dé­mica e ci­en­tí­fica tem vindo a con­tes­tar vi­va­mente es­tas de­cla­ra­ções e exis­tem mesmo pe­ti­ções a as­si­nar. Um ex­ce­lente ar­tigo, a ler no The Atlan­tic, com as mais di­ver­sas de­mons­tra­ções de te­o­rias semelhantes.

— Aceda a “Race Is Not Bi­o­logy” em http://bit.ly/10Pzcj3

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Dominique Venner @ semiose.net"São cer­ta­mente pre­ci­sos ges­tos no­vos, es­pec­ta­cu­la­res e sim­bó­li­cos, para agi­tar as so­no­lên­cias, sa­cu­dir as cons­ci­ên­cias anes­te­si­a­das e re­a­vi­var na me­mó­ria as nos­sas origens."

Do­mi­ni­que Venner

Este é um dos pen­sa­men­tos que o até agora des­co­nhe­cido pen­sa­dor de extrema-​direita terá dei­xado an­tes de re­ben­tar a ca­beça com um tiro na boca di­ante de cen­te­nas de vi­si­tan­tes, na ca­te­dral de Notre-​Dame, em Pa­ris.
Ma­rine Le Pen diz, a pro­pó­sito de tal sui­cí­dio, que tal se trata de "um gesto, emi­nen­te­mente po­lí­tico, que deve ter tido o ob­jec­tivo de des­per­tar o povo fran­cês". Está, desta forma, en­con­trado o Már­tir por que os fas­cis­tas e neo-​nazis ansiavam.

Pela mi­nha parte só posso acres­cen­tar que de­sejo que mui­tos lhe si­gam o exem­plo. Pre­ci­sa­mos de mais már­ti­res assim.

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