Prós e Contras de 1714 - TSF
Um tipo longilíneo fala da estupidez rotunda. A não perder. A sério.
— Aceda a “Prós e Contras de 1714 - TSF” em http://bit.ly/19lZsct
a vida na óptica do utilizador
Um tipo longilíneo fala da estupidez rotunda. A não perder. A sério.
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A minha formação económica não vai muito além do aprendido em balcões de mercearia e de peças de automóveis, há muitos anos. Daí para cá, mesmo com umas aulas de gestão e a vida profissional a levarem-me a outras abordagens ao tema, verifico que nada mudou no princípio da coisa: sem dinheiro não há palhaço. Podemos dar as voltas que dermos mas a vida vive-se em vasos comunicantes, tirar aqui para roubar mais acolá é coisa que não resulta, especialmente quando não entrou mais liquidez no vaso assaltado . Ao Laffer, conheci-o muito depois disso, quando já não valia a pena falar dele.
— Aceda a “Só metade das famílias tem rendimentos para pagar IRS - Economia - DN” em http://bit.ly/11a53PH
Exultei como só alguém religiosamente ateu poderia exultar: o Papa Xico dava-me o Paraíso e, no fim, estaríamos por lá todos juntos até à eternidade e por ela fora. O tempo cessaria em felicidade e todos seríamos abençoados no perdão divino: crentes católicos ou não, e ateus.
Mas… o Papa Chico está para a Igreja Católica como o Passos Coelho para Portugal. Dizer disse, mas não era bem isso o que queria dizer. E como o primeiríssimo luso, o primeiríssimo romano arranja quem lhe traduza as intenções.
Coube a Thomas Rosica fazê-lo e libertar-nos da esperança. Ateus deste mundo, não vos preocupeis com o outro: está-vos vedado. Graças a deus.
— Aceda a “Explanatory Note on the Meaning of ‘Salvation’ in Francis’ Daily Homily of May 22” em http://bit.ly/15i7YG1
A confusão entre o cu e as calças: ou Henrique Raposo se passou de vez, ou tem andado a conversar com Marinho e Pinto.
Passar da dúvida - legítima - quanto a uma tomada de decisão semelhante à de Angelina Jolie para a reflexão sobre os perigos eugénicos na utilização de testes genéticos é, à falta de melhor definição, um caminho tortuoso. E que de filosófico pouco ou nada tem. A ler, caso haja tempo de sobra, no Expresso.
— Aceda a “As maminhas de Angelina Jolie são filosóficas” em http://bit.ly/13i0jGC
Marinho e Pinto explica: A Natureza é o mais belo que existe, e evolui. Foi Darwin quem o disse, e muitos o têm aproveitado, nem sempre da melhor forma. É essa Natureza evolutiva que, caminhando para a complexidade, deve a todo o custo ser defendida.
Os seres naturais, como nós, lutam diariamente pela preservação da espécie, reproduzindo-se. Na lânguida imagem da mulher depois do coito imaginamos os espermatozóides ferozes na competição pelo Sagrado Momento da fecundação, que resultará em natural ser, naturalmente concebido.
É esse o momento em que o jusnaturalismo dá lugar ao positivismo legal e o feto se transforma em ser humano, com direitos e deveres sociais.
Desta forma, é o Direito que se sobrepõe à Natureza, consagrando quem deve ou não ser humano, observadas as condições da cambalhota e do parto.
E, segundo o Bastonário, homem será o que, para além de ser concebido pelo pai espermatozóide e a mãe óvula, seja primeiramente lambido ou beijado, e depois cuidado por dois apoteóticos gâmetas até à idade adulta. Porque os afectos têm género, coisa que, se Darwin não prova, provará decerto o Código Civil.
Pena as citações. Os originais (Darwin, Reeves) não têm culpa de nada disto, de serem citados por um Thoureau de pacotilha.
Um artigo que, mais do que comover, provoca pena em quem o lê logo pela manhã, possivelmente sóbrio.
— Aceda a “O momento mais belo da vida - JN” em http://bit.ly/1ay09Nv
No país real em que vivo é perfeitamente normal assistir a uma discussão como a que nos oferece o Prós e Contras acerca da co-adopção - e de tantos outros temas, enfim. Qualquer tasca ou cervejaria tem como clientes habituais hálitos semelhantes aos de ontem.
Aconselha-se moderação no visionamento de programas destes. O esforço de nivelamento intelectual é árduo e só lá vai com uns copos. Leis da Natureza, cachimbos, o alastramento gay e espermatozóides pais são coisas que nos entram meninges adentro e que, sem o aditivo auxiliar, podem transformar-se em séria maleita pela vida fora. Podemos, por exemplo, começar a ficar como o Bastonário dos advogados.
Há mais, mas não muito nem melhor, no semiose.net.
— Aceda a “Prós e Contras: histórias do país real - semiose.net” em http://bit.ly/1awweVV
Sábado é dia de Louie Louie Porto, à procura de mais algumas reedições baratuchas da minha adolescência em CD: Wall of Voodoo, The Replacements, Oingo Boingo, XTC, The Cramps, Pere Ubu, Killing Joke, Theatre of Hate, Skafish… Se os conseguir como aos últimos, a 7,5, trago o que houver. Antes que acabe o dinheiro. A propósito, a Louie Louie fica mesmo ali, onde vai haver uma manifestação Povos Unidos Contra A Troika. Não que isso interesse, claro.
— Aceda a “Povos Unidos Contra a Troika” em http://on.fb.me/13WN9Rp
"Vou abrir uma loja e chamo-lhe Paraíso Fiscal que é para assustar as Finanças".
— Aceda a “Paraíso Fiscal” em http://on.fb.me/18mX0Dw
“Este Conselho de Estado foi mais um tremendo erro político de Cavaco Silva: mostrou que o consenso em redor das políticas do Governo é impossível e mostrou que o Presidente é incapaz de ser um moderador, um agregador de vontades, um verdadeiro garante do regular funcionamento das instituições, ou seja, é uma inutilidade institucional.”
— Pedro Marques Lopes, no DN.
— Aceda a “Um Conselho de Estado revelador - Opinião - DN” em http://bit.ly/18sE1VG
“Uma vitória do Benfica significaria a quebra de toda uma coerência tão arduamente conquistada durante esta época. Para o ano há mais.”
Alguns preferem. Fazem contas à despesa da deslocação para o local de trabalho, aos custos com alimentação, creche para filhos, etc., e descobrem que ganham mais dinheiro na miséria do que com o trabalho pago a preço de escravo.
Outros fazem contas ao que aprenderam e exercitaram durante décadas e resolvem que não irão deitar tudo a perder, vendendo-se num balcão ou numa obra, locais por onde passaram no início de actividade mas que agora não parecem fazer sentido na sua vida. E aguardam quem queira aproveitá-los.
Outros ainda, nem sequer fazem ideia de serem possivelmente necessários seja em que trabalho for. Andam por aí há anos, sem mão que os ampare ou que os empurre. São ignorados, por vezes ostensivamente, ou nem isso. Na maioria das vezes ninguém faz a mínima ideia da sua existência. Desistiram, simplesmente.
O mundo está cheio de palhaços clássicos do circo: uns são pobres, outros são ricos. Uns sofrem a pantomina, outros inventam-na e dão-lhe fundamento.
— Aceda a “Ricardo Salgado: “Portugueses preferem o subsídio de desemprego”” em http://bit.ly/12EdaCh
Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr, iMessage, SMS; centenas de seguidores, amigos, contactos; milhares de fotos, textos, vídeos; milhares de likes, shares… a qualquer hora, em qualquer lugar, a partir de um aparelho do tamanho da palma da mão ou de um computador. E no fim do dia, a sensação de que tudo poderia ter corrido melhor, que poderia ter sido mais popular.
O tempo presente é ímpar no que à conectividade concerne. Interagimos a todo o momento a uma escala global. E as perguntas surgem: nomeio de tudo isto, dizemos o quê, somos o quê?
Para ler, acerca do iPhone de uma adolescente.
— Aceda a “What Really Happens On A Teen Girl’s iPhone” em http://huff.to/18fUgru
Old school metal. Que mais dizer?…
— Aceda a “Christopher Lee Readies Heavy Metal Album for 91st Birthday” em http://rol.st/10w7SqZ
De inocências anda o mundo cheio, e de intenções encheu-se o inferno. Tavares capitula e diz ter-se excedido por ter ido atrás da pergunta. Sim, como um político em falta frente a um jornalista experimentado. O jornal, por sua vez, escolheu precisamente o soundbyte que se transformou em mote para o escarrapachar na capa.
Neste artigo, Estrela Serrano pergunta se o jornal não será cúmplice do excesso. Sim, o editor pode escolher o que escarrapacha. Se o jornal não terá sofrido um arremedo de iconoclastia, se o jornal achou que a frase merecia destaque.
Eu suporto a última hipótese: a frase merecia destaque. Foi, em si, um dos produtos mais vendáveis dos últimos dias.
Creio que a verdadeira pergunta seria: Valeu a pena?
Para ler, no link abaixo.
— Aceda a “Miguel foi atrás da pergunta” em http://bit.ly/16VVSqa

Existe alguma confusão na aplicação do epíteto. Nem qualquer um é palhaço, nem qualquer um consegue exercer a nobre arte de fazer rir e chorar com a pantomina - esta trata-se de uma acção consciente e intencional, não sendo uma acção natural. Se soubermos o maior número possível de palavras e o seu significado, melhor diremos exactamente o que queremos dizer. E não nos metemos em alhadas, nem com a Presidência, nem com o Sindicato dos Palhaços. Este é um artigo do semiose.net, aprovado por Leoncavallo. Ridi, Pagliaccio.
— Aceda a “Do ser Palhaço - semiose.net” em http://bit.ly/13R7bNh
O Blaise Pascal explicou que só temos a ganhar com a crença em deus. O Papa Chico disse que os ateus também vão para o céu. O David M. Perry diz que talvez não seja bem isso o que ele disse. Não sei em que ficamos, mas também não me interessa muito.
Fica como curiosidade.
— Aceda a “No, the Pope Didn’t Just Say All Atheists Go to Heaven” em http://bit.ly/10XyXXe
«Já não temos idade para brincar ao generais. O pior que nos pode acontecer é um Beppe Grillo, um Sidónio Pais. Mas não por via militar. Nós já temos um palhaço. Chama-se Cavaco Silva. Muito pior do que isso, é difícil.», diz Miguel Sousa Tavares.
A Joana Lopes explica que esta é apenas uma frase entre tantas.
— Aceda a “Miguel Sousa Tavares, para além do sound bite do dia” em http://bit.ly/14Z9lJI
Tenho andado a dizer que a via de luta democrática deve, nestes tempos de deficiente representatividade e de suspensão da democracia, centrar-se em três eixos fundamentais, representativos das “bases”: autarquias, sindicatos (incluindo desempregados), e associações de estudantes.
Digo-o porque é por aí que se privilegia o contacto com o país real, longe dos compromissos partidários - sim, idealista é o que sou -, possibilitando uma convergência que ultrapasse a ideologia. Afinal de contas, Povo é Povo.
Mas, enfim, as coisas nem sempre correm de feição. Não chegando a partidarização implícita destas instituições, nem dentro delas existe consenso. Avoila é nome de presunção e água benta, ambas em grandes quantidades.
O Daniel Oliveira escreve acerca do assunto.
— Aceda a “Avoila quer a taça” em http://bit.ly/170TMpD
Até poderá ser um livro interessante, este abordado no The Guardian. Mas nós sabemos que os insultos em inglês, apesar da massificação de alguns dos termos, não são lá grande coisa. Ainda assim, é ler o artigo de Sam Leith, acerca do livro “Holy Sh*t: A Brief History of Swearing”, de Melissa Mohr, onde se aborda o insulto desde os tempos bíblicos, passando por Roma e pela Idade Média. “Putas não, senhor Inspector. Meretrizes!”, dizia a Lina Despachada. Enfim, fez-me lembrar.
— Aceda a “Holy Sh*t: A Brief History of Swearing by Melissa Mohr – review” em http://bit.ly/187HRpH
“App Engine 1.8.0 is now available and includes a Limited Preview of the PHP runtime - your top requested feature. We’re bringing one of the most popular web programming languages to App Engine so that you can run open source apps like WordPress. It also offers deep integration with other parts of Cloud Platform including Google Cloud SQL and Cloud Storage.”, diz Urs Hölzle da Google.
Que isto dizer que a Plataforma Cloud do Google poderá alojar websites em PHP na sua Google App Engine, e gratuitamente até um certo ponto. A partir daí, é pagar para ver.
Uma boa explicação acerca de tudo isso e com links para tudo o que interessa é a que nos oferece Raelene Wilson. A ler, não só pelos bloggers - que aparentemente poderão obter alojamento gratuito -, mas também pelos fornecedores de alojamento que poderão ter de ganhar juízo de uma vez por todas.
— Aceda a “Google Wants Your WordPress Site” em http://bit.ly/12QFJOl
““To write a dream, which shall resemble the real course of a dream, with all its inconsistency, its eccentricities and aimlessness—with nevertheless a leading idea running through the whole. Up to this old age of the world, no such thing has ever been written.” - Nathaniel Hawthorne”
Estou de acordo com a Ana Cristina Leonardo: alguém deveria lembrar-se que o Padre Max e a Maria de Lurdes foram assassinados pelo MDLP, movimento tão querido ao Cónego Melo que vai ter direito a estátua, e ir lá escaqueirar aquilo tudo. É ler.
— Aceda a “Esta gente é um nojo!” em http://bit.ly/18m5gRJ
— Como se sente, depois da operação, quando não tem aquela parte do corpo que, não direi que seja tudo, mas é quase tudo na vida de uma mulher?
— Por mim não se coloca essa questão, eu não me defino através das minhas mamas.
Podia ser piada, mas não é. Passou-se numa entrevista e a pergunta é de Judite de Sousa. A Maria João Pires estava atenta e passou-nos a informação. Há mais para ler.
— Aceda a “Boquiaberta” em http://bit.ly/14Wtr7q
Merlin Chowkwanyun dá conta das reacções de repúdio à dissertação de doutoramento de Jason Richwine que, em Harvard, defendeu a existência de diferenças de QI entre “Hispânicos” e “Não-Hispânicos” e que estas têm raiz genética. A tese vem a espelhar outras que trilham o mesmo caminho eugénico, e as reacções não se fizeram esperar. A comunidade académica e científica tem vindo a contestar vivamente estas declarações e existem mesmo petições a assinar. Um excelente artigo, a ler no The Atlantic, com as mais diversas demonstrações de teorias semelhantes.
— Aceda a “Race Is Not Biology” em http://bit.ly/10Pzcj3
"São certamente precisos gestos novos, espectaculares e simbólicos, para agitar as sonolências, sacudir as consciências anestesiadas e reavivar na memória as nossas origens."
Dominique Venner
Este é um dos pensamentos que o até agora desconhecido pensador de extrema-direita terá deixado antes de rebentar a cabeça com um tiro na boca diante de centenas de visitantes, na catedral de Notre-Dame, em Paris.
Marine Le Pen diz, a propósito de tal suicídio, que tal se trata de "um gesto, eminentemente político, que deve ter tido o objectivo de despertar o povo francês". Está, desta forma, encontrado o Mártir por que os fascistas e neo-nazis ansiavam.
Pela minha parte só posso acrescentar que desejo que muitos lhe sigam o exemplo. Precisamos de mais mártires assim.