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a vida na óptica do utilizador

Posts tagged música

So ya thought ya might like to go to the show to feel the warm th­rill of con­fu­sion, that space ca­det glow. I've got some bad news for you sunshine -- Pink isn't well he stayed back at the ho­tel and they sent us along as a sur­ro­gate band, and we're going to find out where you fans re­ally stand:
Are there any que­ers in the the­a­tre to­night? -Get 'em up against the wall.
Now that one in the spo­tlight, he don't look right to me. -Get him up against the wall.
That one lo­oks Jewish and that one's a coon. Who let all this riff raff into the room?
There's one smo­king a joint and another with spots…
If I had my way I'd have all of you shot!

Pink Floyd The Wall @ semiose.net

Run, run, run, run
You bet­ter make your face up in your fa­vou­rite dis­guise, with your but­ton down lips and your rol­ler blind eyes, with your empty smile and your hun­gry he­art feel the bile ri­sing from your guilty past. With your ner­ves in tat­ters when the coc­kleshell shat­ters and the ham­mers bat­ter down the door…
You bet­ter run
Run, run, run, run
You bet­ter run all day and run all night, and keep your dirty fe­e­lings deep in­side. And if your ta­kin' your girl­fri­end out to­night you bet­ter park the car well out of sight, 'cos if they catch you in the back seat trying to pick her locks they're gonna send you back to mother in a card­bo­ard box…
You bet­ter run

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O Punk é tam­bém um lo­gó­tipo e fo­to­có­pia de fo­to­có­pia. Os Black Flag são disso o exem­plo má­ximo. Pela mão de Ray Pet­ti­bon, a banda ca­li­for­ni­ana de punk hard­core teve di­reito a um nome e um logo tor­na­dos mí­ti­cos. Black Flag & Ray Pettibon @ semiose.netOs flyers que o ar­tista grá­fico de­se­nhava são ainda, sob mui­tos as­pec­tos, cho­can­tes e con­tri­buí­ram de forma inequí­voca para a mís­tica dos Black Flag. Uma vez dis­tri­buí­dos, eram nada me­nos do que o aviso para o in­cên­dio que se adi­vi­nhava na sala de con­certo. As ca­pas são icó­ni­cas e cada uma de­las re­pre­senta em si uma obra de arte. O logo da ban­deira ne­gra re­pre­sen­tada pe­los qua­tro tra­ços ver­ti­cais é - se­gundo se afirma no ví­deo - o mais ta­tu­ado no mundo.
Em Black Flag: The Art of Punk fi­ca­mos a sa­ber que o Punk, quando bem feito, é uma es­pé­cie de fan­zine com banda so­nora. A ver aqui ou no web­site da Fact Ma­ga­zine.

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Day af­ter day, love turns grey like the skin of a dying man. Night af­ter night, we pre­tend its all right but I have grown ol­der and you have grown col­der and nothing is very much fun any more. And I can feel one of my turns co­ming on. I feel cold as a ra­zor blade, tight as a tour­ni­quet, dry as a fu­ne­ral drum.
One of My Turns @ semiose.net
Run to the be­droom, in the suit­case on the left you'll find my fa­vo­rite axe. Don't look so frigh­te­ned this is just a pas­sing phase, one of my bad days. Would you like to watch T.V.? Or get between the she­ets? Or con­tem­plate the si­lent fre­eway? Would you like so­mething to eat? Would you like to le­arn to fly? Would'ya? Would you like to see me try?

Would you like to call the cops? Do you think it's time I stop­ped? Why are you run­ning away?

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A in­cur­são de Ai Weiwei pelo me­tal: Dum­bass, com le­tra e voz do pró­prio e mú­sica de Zu­o­xiao Zuzhou, num ví­deo de Ch­ris­topher Doyle, num avanço para o álbum The Di­vine Co­medy, a ser lan­çado em Ju­nho. E a tra­du­ção pos­sí­vel, a par­tir do inglês:

Ai Weiwei @ semiose.netQuando es­tás pronto a gol­pear, ele sus­surra a não-​violência. Quando lhe be­lis­cas a ore­lha, ele diz que isso não lhe cura a di­ar­reia. Tu di­zes que és um fi­lho da puta, ele res­ponde ser in­ven­cí­vel. Que se foda o per­dão, mal­dita seja a to­le­rân­cia, ao in­ferno as boas ma­nei­ras, a es­có­ria é in­ven­cí­vel.
Oh im­be­cil, oh tão im­be­cil! La­la­la­la­lala…
Na li­nha da frente como um im­be­cil, num país que te vende como a uma pros­ti­tuta. Os cam­pos es­tão cheios de im­be­cis, os im­be­cis es­tão por toda a parte. Que se foda o per­dão, mal­dita seja a to­le­rân­cia, ao in­ferno as boas ma­nei­ras, a es­có­ria é in­ven­cí­vel. Tu di­zes que és um fi­lho da puta, ele res­ponde ser in­ven­cí­vel. Os cam­pos es­tão cheios de im­be­cis, os im­be­cis es­tão por toda a parte.

Dis­po­ní­vel para down­load no web­site do autor.

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Death Grips @ semiose.netO meu fi­lho é um ávido con­su­mi­dor de hip-​hop, tal­vez um pouco por mi­nha culpa, já que fui eu quem lhe apre­sen­tou os pri­mei­ros sons do gé­nero. Já eu, há muito que dei­xei de es­cu­tar as ba­ti­das, sem­pre as mes­mas, e as pa­la­vras, sem­pre re­ci­cla­das. Para mim, o hip-​hop transformou-​se numa es­pé­cie de evan­ge­li­za­ção sabe-​se lá do quê. A mi­nha ver­dade é maior do que a tua, e o meu bairro é que é. Fica rico ou morre a tentá-​lo, e coi­sas as­sim. Nunca dei para esse pe­di­tó­rio, mas o som agradou-​me, em tem­pos. Agora, já quase não o su­porto, es­pe­ci­al­mente quando can­tado em por­tu­guês.
Mas lá sur­gem coi­sas que, de vez em quando, me en­tu­si­as­mam o su­fi­ci­ente para ir à pro­cura de mais. É o caso dos De­ath Grips, banda ca­li­for­ni­ana de Sa­cra­mento, que aposta numa fu­são de noise, punk e ou­tros, em­be­bida em be­ats e lo­ops tra­ta­dos a fumo. Apresento-​vos Guil­lo­tine, a mais acla­mada de Ex­mi­li­tary, o tra­ba­lho que em 2011 trouxe os De­ath Grips para a ribalta.

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Mac DeMarcoÉ Mac De­Marco, o songwriter/​palhaço mais glam do uni­verso. E es­ta­ria quase tudo dito. Este jo­vem ca­na­di­ano con­se­guiu criar e con­so­li­dar uma iden­ti­dade que passa ne­ces­sa­ri­a­mente pela ga­lhofa. É as­sim nos ví­deos, é as­sim no palco. Pos­si­vel­mente é as­sim em casa.
Desta vez fica Ode to Vi­ce­roy. Por to­dos nós, não es­que­cendo os que pe­re­ce­ram no campo de ba­ta­lha. Por­que um ci­garro não se nega a ninguém.

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